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Conhecer o Concelho de Faro

Conhecer o Concelho de Faro 

Estoi

Povoação antiga, mantém nas suas ruas e casas muito do carácter algarvio; nas fachadas caiadas, nas chaminés recortadas, na presença de pequenos quintais com árvores e flores.

Igreja Matriz
Erguida no local de antiga ermida medieva. Construção do séc. XVI, com reedificação nos sécs. XVIII/XIX, sob orientação do arquitecto italiano Francisco Xavier Fabri. Fachada neoclássica terminando em frontão. Interessante torre sineira. Interior de três naves. Retábulos dos altares do séc. XIX. Imagens dos sécs. XVII/XVIII, com destaque para as de São Vicente e de São Diogo. Púlpito em mármore regional. Baptistério com decoração “neo-rocaille”, semelhante ao estilo utilizado no palácio de Estoi. O tesouro sacro inclui uma custódia em prata dourada e uma capa bordada (séc. XVII).

Palácio de Estói
O gosto romântico do primeiro proprietário, membro de uma das mais distintas famílias da nobreza algarvia, levou-o a construir, num local com excelente enquadramento paisagístico, um palacete rodeado de jardins. Em vez de utilizar, porém, os modelos medievais do revivalismo da época (primeira metade do séc. XIX), de que é exemplo o Palácio Real da Pena, em Sintra, recorreu ao formulário neobarroco e neo-rococó. Depois de algumas décadas de abandono, é adquirido por um farmacêutico enriquecido (mais tarde Visconde de Estoi) que prossegue os trabalhos e faz do palácio a sua habitação (início do séc. XX).O palácio é um vasto edifício com parte das fachadas revestidas de azulejos com decoração floral e cenas diversas. No interior, merecem destaque, pela decoração, os tectos em estuque - o melhor conjunto do Algarve -, o mobiliário, a capela, o salão nobre, as salas de visitas e de jantar, os dois pavilhões de chá e a casa do presépio. No acesso ao palácio, um templete contendo uma cascata e o grupo das Três Graças sobre uma concha, cópia de uma obra do escultor italiano António Canova (1757-1822). Em nichos, estátuas de Vénus e Diana. Jardins ao gosto tardo-romântico, em vários planos, com escadarias, lagos e estatuária em mármore e cerâmica.

Ruínas Romanas de Milreu
Importante casa agrícola do séc. I que, no séc. III, foi transformada em vasta e luxuosa “villa”. Em torno do peristilo desenvolviam-se as dependências de habitação, com o solo revestido de mosaicos com temática diversa. A “villa” dispunha de termas, sendo de destacar os mosaicos com decoração marinha (peixes, ouriços do mar, etc.). Um santuário construído no séc. IV foi, um século mais tarde, transformado em templo paleocristão. Na área das ruínas veio a instalar-se no séc. XVI uma casa com contrafortes cilíndricos.

Santa Bárbara De Nexe
A existência de um castro nas imediações, posteriormente utilizado por fenícios e romanos, demonstra a antiguidade do povoamento. A povoação é enquadrada por campos de cultivo e colinas cobertas de árvores de fruto.

Igreja Matriz
Templo de origem medieval, remodelado no séc. XV segundo os formulários manuelinos e proto-renascentistas, dos quais restam vestígios na capela-mor. Sofreu transformações no séc. XVIII. Interior de três naves com arcos ogivais. Altares com retábulos barrocos e rococós. Imagens dos sécs. XVII e XVIII e várias alfaias religiosas, entre as quais o relicário de Santa Bárbara (séc. XV).Na capela de Santo António, duas pinturas sobre madeira do séc. XVI. Um silhar de azulejos policromos reveste as paredes e o arco triunfal é encimado por um painel em que figura a coroação de Santa Bárbara por dois anjos (1702).

Ermida de Santa Catarina
Situado no lugar de Gorjões, este pequeno templo é de origem tardo-medieval e tem sofrido muitas remodelações ao longo dos séculos. O interior tem nave única, um retábulo na capela-mor e algumas imagens do século XIX.

Conceição
Muito do encanto de uma típica povoação algarvia mantém-se nas casas térreas de portas e janelas debruadas a cores fortes e de platibandas com desenhos geométricos.

Igreja Matriz
Templo de provável origem medieval, reconstruído no séc. XVI. Na fachada tem um portal do terceiro quartel do séc. XVI. O interior, de nave única, apresenta alguns elementos de arte manuelina na capela-mor (abóbada estrelada e arco triunfal): um retábulo construído após o terramoto de 1755 e um pequeno conjunto de imagens.

Cruzeiro
Imagem do Senhor Crucificado assente sobre uma coluna (séc. XVI).

As Praias
O longo cordão de dunas que separa o mar da Ria Formosa é, para quem gosta de areia, sol e mar, um autêntico paraíso. Com a vantagem de se poder bronzear o corpo em verdadeiras ilhas... E de se reencontrar a solidão em quilómetros e quilómetros de praia.

Ilha de Faro (Ilha Deserta)
Ligada por estrada, integra um núcleo com equipamento turístico.

Ilha da Barreta
Verdadeiramente tranquila e solitária, a ilha usufrui de ligações de barco nos meses de Julho, Agosto e Setembro. Excelente, também, para quem disponha de uma embarcação, ou para quem a alugue e queira ter só para si horizontes de praia e de mar.

Ilha do Farol
Pequenos núcleos de habitações de pescadores. Tudo o resto é areia...Tem acesso por carreiras regulares de barco a partir de Faro (no Verão) e Olhão (todo o ano).

Ilha da Culatra
Antigo povoado de pescadores que, há algumas dezenas de anos, era composto por casas com paredes de madeira e telhado de colmo. Pitorescas actividades piscatórias, que se estendem à Ria para a apanha de marisco. Amplo areal tranquilo, com ambiente familiar. Tem acesso por carreiras regulares de barco a partir de Olhão (todo o ano).

O Bom Sabor Da Cozinha
Os principais pratos de gastronomia algarvia estão presentes em Faro. Mas quem deseje apreciar as típicas receitas dos pescadores deve provar a sopa de peixe e o arroz de lingueirão.Nos doces regionais a escolha é difícil, porque todos têm as saborosas amêndoas e os deliciosos figos algarvios como ingrediente comum. O melhor digestivo, no final da refeição, é um copo de aguardente de medronho ou de figo.

A Arte Do Povo
Faro é o ponto ideal para encontrar, em pouco tempo, o universo colorido do artesanato algarvio a que artesãos locais juntam azulejos com temas tradicionais. Mais para o interior, em Santa Bárbara de Nexe ou Estoi, ainda as mulheres tecem a folha de palmeira para fazerem alcofas, chapéus e tapetes.

Actualizado em: 01-10-2014

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