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VRSA Pombalina

VRSA Pombalina

Ruas desenhadas a régua e esquadro

Construída de raiz em apenas dois anos, Vila Real de Santo António é um testemunho perfeito da tenacidade do Marquês de Pombal. Uma vila ordenada e aberta que obedecia aos ideais de política urbana do ministro do Rei D. José: uma praça ampla, ruas paralelas e perpendiculares - sem travessas, becos ou pátios - e uma grande avenida a olhar o rio.

A edificação neste importante ponto fronteiriço pretendia controlar o comércio e desenvolver as pescas, que mais tarde fariam surgir as conserveiras. Um espírito de negócio que, ainda hoje, dá vida à cidade, nomeadamente o turismo e a indústria de construção naval moderna.

Com uma configuração de régua e esquadro semelhante à baixa de Lisboa, também a construção de Vila Real de Santo António seguiu o padrão iluminista do século XVIII, caracterizado pela planimetria, altimetria e volumetria.

No centro histórico destaca-se a Praça Marquês de Pombal, delimitada nos vértices por quatro torreões e um obelisco central dedicado ao Rei D. José. O edifício da Câmara Municipal e a Igreja Matriz compõem o cenário. Junto ao rio, o prédio da Alfândega e os antigos edifícios da Sociedades das Pescarias dividem Vila Real de Santo António em duas metades simétricas.

Actualizado em: 20-08-2014

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